sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Estou cansado, de olhar, para o além
Sem te conseguir vislumbrar.
Onde paras?
Que não te consigo encontrar?

Esta dor, dilacerante,
Sem jeito.
De pulsar constante
Dentro do meu peito,
É intolerante.

Quero libertar-me...
Despojar-me
De tudo o que sinto.

Coloquei o meu canto...
Em palavras que traço
De cores,
Em telas cinzentas
De pranto.

O pássaro,
Que braceja, no ar,
onde plana...
Leva a minha dor
de amor!

E no alto-mar,
Onde ela se espoja
Em ondas,
De vai e vem constante,
Liberta-se esta dor,
Do meu interior.

E no vento, que passa
Em assobios arrepiantes,
Choro os meus fados.

Sinto-me tão sozinho!
Tão pequenino!
Como, aquando na barriga da mãe.

Só que aí era tão desejado...


Augusto P.Gil

terça-feira, 15 de julho de 2008

Balance

Watch this video and TRY NOT to smile...



That's right, you can't!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Perdi um diamante. Era a coisa mais valiosa do mundo, inquantificavelmente valioso. Ninguém poderia ficar com ele, porque eu nunca abriria mão dele. Nem todo o dinheiro do mundo junto cobria o seu valor... E eu perdi-o.
Está algures por aí, sem a protecção que eu lhe devia dar, à mão semear. Será que ainda vou a tempo de o reencontrar?

Agora sei que não (22/5/2010)

terça-feira, 1 de julho de 2008

A verdade é sempre um bom argumento.