... Porque caiu, entre nós, a ponte que viu nascer tudo e que viu sedimentar, em muitos momentos.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Aprendendo a Aprender...
Após um tempo,
Aprendemos a diferença subtil
Entre segurar uma mão
E acorrentar uma alma,
E aprendemos
Que o amor não significa deitar-se
E uma companhia não significa segurança
E começamos a aprender...
Que os beijos não são contratos
E os presentes não são promessas
E começamos a aceitar as derrotas
De cabeça levantada e os olhos abertos
Aprendemos a construir
Todos os seus caminhos de hoje,
Porque a terra amanhã
É demasiado incerta para planos...
E os futuros têm uma forma de ficarem
Pela metade.
E depois de um tempo
Aprendemos que se for demasiado,
Até um calorzinho do sol queima.
Assim plantamos nosso próprio jardim
E decoramos nossa própria alma,
Em vez de esperarmos que alguém nos traga flores.
E aprendemos que realmente podemos aguentar,
Que somos realmente fortes,
Que valemos realmente a pena,
E aprendemos e aprendemos...
E em cada dia aprendemos.
Aprendemos a diferença subtil
Entre segurar uma mão
E acorrentar uma alma,
E aprendemos
Que o amor não significa deitar-se
E uma companhia não significa segurança
E começamos a aprender...
Que os beijos não são contratos
E os presentes não são promessas
E começamos a aceitar as derrotas
De cabeça levantada e os olhos abertos
Aprendemos a construir
Todos os seus caminhos de hoje,
Porque a terra amanhã
É demasiado incerta para planos...
E os futuros têm uma forma de ficarem
Pela metade.
E depois de um tempo
Aprendemos que se for demasiado,
Até um calorzinho do sol queima.
Assim plantamos nosso próprio jardim
E decoramos nossa própria alma,
Em vez de esperarmos que alguém nos traga flores.
E aprendemos que realmente podemos aguentar,
Que somos realmente fortes,
Que valemos realmente a pena,
E aprendemos e aprendemos...
E em cada dia aprendemos.
José Luis Borges - "E aprendemos"
domingo, 3 de outubro de 2010
Nem sempre é possível titular momentos. Nem tão pouco sou bom a titular... sou melhor a contar, talvez... mas nem pra contar tenho tido a vontade necessária. Há quem tente cingir tudo a efeitos, mas esta história só poderia chamar-se "efeito coisa nenhuma". O sentido da história é zero, tão zero como o sentido do que estou para aqui a escrever...
Também me habituei a resumir momentos com músicas. Quando páro e olho para isto, parece-me mal que assim seja. Mas, ao mesmo tempo, parece-me cómodo e confortável. E como faz falta sentir-se algum conforto em alguma, mínima, coisa...
Também me habituei a resumir momentos com músicas. Quando páro e olho para isto, parece-me mal que assim seja. Mas, ao mesmo tempo, parece-me cómodo e confortável. E como faz falta sentir-se algum conforto em alguma, mínima, coisa...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
So there's nothing left to say?
you try to take comfort in words, but you're just turning into air...
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